EGYPT

Parque Solar Sophia

Parque Solar Sophia, desenvolvido com respeito pelo ambiente e comunidades

O projeto Sophia foi concebido para produzir energia solar de forma responsável e eficiente, com uma configuração que privilegia a preservação e a valorização da biodiversidade e da paisagem rural onde se insere.

Situado nos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova, o projeto promove investimento regional, apoio a cadeias de fornecimento locais e criação de emprego nas fases de construção e exploração, conciliando a atividade económica com os interesses das comunidades

A produção de eletricidade de origem renovável do Parque Solar Sophia contribui para a redução das emissões de gases de efeito de estufa (GEE) e para os objetivos do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC).

Números-chave

867

MWp (megawattpico)

1.271.377

MWh produção de eletricidade anual

+370.000

Habitações abastecidas com energia limpa e renovável por ano (equivalente)​

24.500

Toneladas de emissões de carbono evitadas por ano

+20.000

Carros movidos a combustíveis tradicionais retirados da estrada (equivalente)

Status atual

Seleção da localização + Avaliação técnica e ambiental+ Submissão do Estudo Prévio

Consulta Pública Estudo Prévio

Reformulação do projeto

Submissão de EIA Reformulado + Consulta Pública (Estudo Prévio Reformulado)

Submissão do Projeto de Execução + Consulta Pública Projeto de Execução + Obtenção das Licenças

Construção

Operação

Saiba mais sobre o projeto na nossa secção de perguntas frequentes.

Benefícios para a comunidade e para a Natureza

Ambiente & Biodiversidade

Os nossos projetos são concebidos para preservar a harmonia com os ecossistemas e com as actividades agrícolas, ajudando a preservar a biodiversidade. Desde abelhas e aves até às ovelhas, projetamos todos os nossos parques solares para serem um lar para a natureza, com ações que promovem a qualidade do ecossistema, dos solos e contribuem para o incremento dos valores ambientais.

Benefícios para a Comunidade

Não queremos ser apenas um bom projecto, queremos ser bons vizinhos. Por isso, estamos empenhados num processo contínuo de envolvimento comunitário, que coloca as pessoas e as suas necessidades no centro. Estamos a trabalhar lado a lado com os agentes locais para co-criar um plano de desenvolvimento que incorpora as contribuições de todos, garantindo que nossa proposta de valor partilhado tenha um impacto positivo direto nas comunidades vizinhas ao projeto. Este compromisso reflete o nosso desejo de contribuir para comunidades mais resilientes, inclusivas e sustentáveis, onde o progresso tecnológico ande de mãos dadas com o desenvolvimento social e a proteção do ambiente.

Proteção Integral dos principais valores-chave da região

Durante o desenvolvimento do projeto, diversos estudos técnicos e ambientais permitiram proteger integralmente os principais valores-chave da região.

Sobreiros e azinheiras

Em povamento ou em núcleos de elevado interesse ecológico serão 100% preservados.

Solos Agrícolas

Reserva Agrícola Nacional (RAN) e solos de maior aptidão agrícola serão 100% preservados.

Habitats

Habitats sensíveis e corredores de vegetação ribeirinha serão 100% preservados.

Património geológico

Valores Geopark Naturtejo, Geossítios (Mata da Rainha) e pontos de interesse geológico e geomorfológico serão 100% preservados.

Recursos Hídricos

Áreas inundáveis, charcas e linhas de água de interesse hidrológico serão 100% preservados.

Acessos

Acessibilidade local para as populações será 100% preservada.

Impacto social e ambiental positivo

Abordamos os nossos projetos com a preservação e a valorização do ambiente como pilares fundamentais. Desde a fase de concepção, o projeto foi elaborado considerando critérios ecológicos rigorosos, preservando as áreas de maior valor de conservação e garantindo que os povoamentos existentes de sobreiro e azinheira serão integralmente mantidos.

O projeto na versão que esteve em consulta pública em 2025 integra um Plano de Estrutura Verde e Integração Paisagística e um Plano de Compensação de Desflorestação que inclui, entre outras ações:

  • Conversão de 228 hectares, incluindo 135 hectares de eucalipto, em povoamentos de azinheira e sobreiro (aproximadamente 27 000 exemplares).
  • Reforço da conectividade ecológica.
  • Promoção de pastagens e da apicultura em coexistência com a produção de energia solar

O nosso compromisso

O nosso compromisso em ser um promotor solar responsável assenta na sustentabilidade. Por isso, é um dos nossos valores fundamentais.

A nosso estrutura de sustentabilidade orienta tudo o que fazemos e assenta em três pilares fundamentais: Energia, Ambiente e Pessoas.

Energia. Ambiente. Pessoas

Um promotor de energia sustentável

Biodiversidade

O ar que respiramos, a água que bebemos e os alimentos que comemos dependem todos da biodiversidade. Por isso, estamos empenhados em melhorar os ecossistemas dos projetos que concebemos.

No âmbito do nosso trabalho no desenvolvimento de energias renováveis sustentáveis, buscamos não só evitar danos ao ambiente, mas trazer um impacto positivo através dos nossos projetos. Empenhamo-nos em alcançar este objetivo através de um cuidadoso trabalho de manutenção e enriquecimento de habitats e biodiversidade locais.

Comunidades

Investimos nas comunidades locais onde operamos. Desenvolver um projeto de baixo carbono pode ser um processo de vários anos, e envolver a comunidade é uma parte fundamental desse desenvolvimento.

Isto inclui trazer vantagens para as pessoas e para o ambiente, como investimentos nos municípios por via de fundos de compensação, apoiar programas de eficiência energética e projetos de comunidades de energia, além da criação de empregos na construção e operação e contribuir para o desenvolvimento rural e turistico.

Estamos a desenvolver um plano de desenvolvimento com as comunidades que irá refletir o feedback das comunidades e das autoridades locais, integrando medidas de valor partilhado para o território.

Parques solares de uso múltiplo

Parques solares de uso múltiplo são centrais solares que produzem eletricidade enquanto o terreno continua a ser usado para agricultura, natureza ou outras atividades úteis. Sempre que possível, procuramos desenvolver projetos de uso múltiplo que integrem pastoreio, habitats para polinizadores, promovam a melhoria dos ecossistemas e da biodiversidade.

Perguntas frequentes

  • A natureza e biodiversidade vão desaparecer?

    Não. O Parque Solar Sophia foi planeado para proteger e valorizar a natureza e biodiversidade locais e evitar áreas de elevado interesse ecológico, tais como habitats comunitários e zonas de nidificação de aves. Serão totalmente salvaguardados os sobreiros e azinheiras de maior dimensão e situados em povoamento, bem como os corredores de vegetação ribeirinha e outros núcleos sensíveis.

    Na proposta de projeto apresentada na consulta pública de 2025, 1 541 sobreiros e azinheiras isolados que serão afetados, 84% são exemplares jovens (equivalentes a arbustos com 1 metro de altura no máximo). O plano de compensação prevê a plantação de cerca de 27 000 novas árvores, o que corresponde a uma reflorestação aproximada de 18 vezes o número de árvores a remover.

    Durante a fase de exploração, o solo debaixo dos painéis solares manter-se-á permeável e coberto por vegetação rasteira natural, semelhante a um prado, favorecendo flores silvestres, invertebrados e pequenas espécies. A vedação será permeável à fauna, preservando corredores de passagem e ligações naturais entre habitats. Haverá monitorização ambiental contínua e medidas para promover usos compatíveis, como o pastoreio e a apicultura, que beneficiam a biodiversidade e a economia local, demonstrando como um parque solar pode coexistir com os valores naturais.

  • O projeto ocupará solos com grande aptidão para a produção agrícola?

    Não. A proposta de localização do Parque Solar Sophia apresentada na consulta pública de 2025 privilegia terrenos de baixa aptidão agrícola, sobretudo áreas de exploração florestal (eucaliptais) e pastagens, protegendo os solos de maior aptidão agrícola e as áreas da Reserva Agrícola Nacional (RAN).

    O projeto procura minimizar a ocupação de terrenos agrícolas de qualidade e integrar práticas que permitem usos partilhados do solo durante a fase de exploração – por exemplo, pastoreio e apicultura – sem recurso a substâncias poluentes.

    O Parque Solar Sophia contribui para a produção de energia fotovoltaica em Portugal sem comprometer a atividade agrícola local e nacional.

  • O projeto mudará a paisagem e afetará o turismo?

    O projeto Sophia foi concebido para se integrar na paisagem e reduzir o impacte visual, com uma implantação dispersa que privilegia zonas de menor valor paisagístico e preserva pontos de maior qualidade e o património local.

    As aldeias históricas identificadas situam-se a distâncias consideráveis das áreas de do parque solar apresentado a consulta publica em 2025: Monsanto e Castelo Novo ficam a mais de 8 km, e Idanha-a-Velha não tem visibilidade direta do parque. Por estes motivos, os estudos apontam para uma visibilidade muito reduzida e um efeito mínimo na panorâmica da região.

    Está previsto um Plano de Estrutura Verde e de Integração Paisagística, que inclui a plantação de sobreiros e azinheiras autóctones, a criação de cortinas naturais com espécies locais e a manutenção dos usos do solo na envolvente. Estas medidas aumentam a integração do parque na paisagem e reduzem a percepção visual a partir de aldeias e itinerários, incluindo a Grande Rota Pedestre 22.

    Além disso, o parque solar Sophia respeita o Geopark Naturtejo e integra propostas de percursos interpretativos para valorizar o património geológico, arqueológico e cultural, pelo que o Parque Solar Sophia pode também criar oportunidades para melhorar o acesso e as infraestruturas turísticas na região.

  • O projeto causa problemas para a saúde?

    Não. A tecnologia fotovoltaica utilizado no parque solar Sophia não gera emissões atmosféricas tóxicas nem provoca contaminações do solo ou da água, e os equipamentos cumprem normas europeias de segurança e de compatibilidade eletromagnética.

    Os estudos ambientais não apontam para qualquer aumento significativo da temperatura regional ou do microclima junto às povoações, casas e aldeias. Por exemplo, foram analisadas as temperaturas antes e depois da entrada em funcionamento de uma central fotovoltaica em operação já desde 2008e não se verificaram aumentos de temperatura atribuíveis à central.

    As medidas de integração paisagística do projeto Sophia, como a reconversão de povoamentos de sobreiros e azinheiras, o aumento do coberto vegetal e a plantação de cortinas arbóreas, bem como a salvaguarda de recursos hídricos locais, contribuem para manter boas condições térmicas favoráveis, captar carbono e aumentar a resiliência face a fogos rurais, beneficiando o ambiente e a comunidade local.

    A energia renovável gerada pelo Parque Solar Sophia evita emissões de gases com efeito de estufa, contribuindo para a mitigação das alterações climáticas.

  • Que benefícios traz o projeto à região e à comunidade local?

    O projeto Sophia inclui um Plano de Envolvimento das Comunidades Locais e várias medidas para gerar benefícios sociais, económicos e ambientais. Prevê-se a criação de cerca de 800 postos de trabalho durante a construção e 15 postos na fase de exploração por via direta, a que se somarão outros postos de trabalho e contratação de serviços locais. Haverá ainda investimento nos municípios através de fundos de compensação direta, programas de eficiência energética e projetos de comunidades de energia.

    O projeto Sophia apoia o desenvolvimento rural e turístico, incluindo iniciativas que valorizam o património natural e geológico. Estão previstos usos múltiplos do solo, como pastoreio, apicultura e manutenção da vegetação rasteira, que criam oportunidades para a biodiversidade e para a agricultura local.

    O Parque Solar Fotovoltaico Sophia pretende apoiar projetos de inovação social alinhados com as necessidades de cada concelho, nomeadamente ações que promovam a retenção de jovens, o apoio a famílias vulneráveis e a idosos, e programas culturais ou desportivos.

    O processo de participação pública durante o desenvolvimento do projeto garante o envolvimento contínuo das comunidades. Estão a decorrer comissões de acompanhamento municipais, bem como sessões de diálogo e de planeamento participativo com autarquias e outras partes interessadas, de modo a que as medidas previstas sejam ajustadas às prioridades locais e implementadas de forma colaborativa.

  • Como estão a ser integradas as opiniões da comunidade e das autarquias?

    O Projeto Sophia está a ser reformulado no âmbito do processo de Avaliação de Impacte Ambiental, com base no parecer da Comissão de Avaliação, no relatório da consulta pública e num processo de escuta ativa no território.

    Nesta revisão está a ser dada atenção especial à componente paisagística e ao reforço e aperfeiçoamento das medidas de mitigação, de forma a melhorar a integração do parque na paisagem e a reduzir efeitos visuais e ambientais.

    As alterações em curso estão a ser definidas em diálogo com as Camaras Municipais e Juntas de Freguesia e demais partes interessadas, garantindo que a versão final do projeto reflita tanto as exigências técnicas e ambientais como as prioridades e preocupações das comunidades.

    Destaca-se que estão previstas novas fases de consultas públicas no âmbito da reformulação do projeto, reforçando o nosso compromisso com o diálogo e com a melhoria contínua do projeto, desde a fase de desenvolvimento até à sua implementação.

Solar power panels in a field of yellow wildflowers

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